'DOCE LORRAINE', UMA HISTÓRIA DE AMOR DE 75 ANOS


Aos 95 anos de idade, um senhor que viveu 75 anos casado com sua querida esposa, Lorraine, compôs uma música em sua homenagem depois do seu falecimento. Um produtor inspirado por esse amor decidiu gravar sua música. Esta é a emocionante história de "Oh Sweet Lorraine", a canção que entrou no top 10 do itunes americano e surpreendeu até mesmo a Billboard.

Fred Stobaugh, um senhor de 96 anos de Illinois, EUA, descobriu um concurso musical organizado pelo estúdio Green Shoes através de um jornal. Ele, então, que não é músico profissional e nem ao menos sabe cantar, resolveu participar e enviou uma composição de sua própria autoria. Todos os candidatos enviaram seus materiais por meio do youtube, porém Fred escolheu uma maneira tradicional: mandou uma carta contando sua história e apresentando sua música.

"Oh Sweet Lorraine" é uma canção dedicada à Lorraine Stobaugh, que foi casada com Fred durante 75 anos e faleceu aos 91, um mês antes da faixa ser composta. A história emocionou o estúdio, que decidiu ajudar o compositor a finalizar a obra e providenciou uma gravação profissional para o lançamento da música.




Em 2014, o  single ficou entre os dez mais vendidos no iTunes EUA, permaneceu no top 30, e foi destaque no ranking "Digital Rock Songs" da revista Billboard, que descreveu a entrada da música na parada como "surpreendente". Na letra da faixa, Fred desabafa: Oh querida Lorraine, eu não quero seguir em frente. Ah, as lembranças sempre vivas, minha doce Lorraine. E é por isso que fiz esta canção."


É o relato de duas pessoas que viveram juntas durante tanto tempo e compartilharam tantas histórias nos fazem repensar nossas próprias crenças. E ficamos com este singelo desabafo. "Oh Sweet Lorraine" cativa não só pela emoção do compositor, mas também pela melodia. Veja abaixo um trecho do  documentário feito pela Green Shoes contando esta história e a emocionante reação do senhor ao ouvir sua composição pela primeira vez :


"Ela era a garota mais bonita que eu já havia visto", diz Stobaugh ao lembrar do primeiro encontro com sua então futura esposa, em 1938. "E eu me apaixonei por ela naquele instante."



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