POR QUE FALHAMOS TANTO NO AMOR ?

Encontrar o equilíbrio nunca é fácil. No amor, então, menos ainda. Crescemos ouvindo que amor rima com dor. Tal afirmação traz em si a ideia de que sofrer por amor é um ato automático e inescapável. Porém, muito pelo contrário: amar não é sofrer, e ninguém deveria abrir mão de ser amado e feliz.

Cabe então a pergunta: por que falhamos tanto no amor? Por que há tanta gente descontente com sua vida amorosa? Por que um número tão grande de pessoas escolhe um parceiro equivocado? Por que nos resignamos a relações dolorosas?

Atribuímos ao amor um caráter infalível, heroico até, e esquecemos algo elementar: nem todos os tipos de afeto (assim como nem todos os tipos de pessoas) convêm ao nosso bem-estar.

Examinando os oito tipos afetivos que mais frequentemente causam turbulência aos seus parceiros, este novo livro de Walter Riso é dirigido a qualquer um que queira melhor entender a própria vida amorosa e as próprias escolhas. E também àqueles que quiserem revisar sua vida afetiva com o intuito de fazer do amor uma experiência positiva.

Walter Riso, terapeuta e psicólogo com vasta experiência, autor de vários best-sellers internacionais de psicologia aplicada, debruça-se, em "Amores de alto risco", sobre os oito tipos mais comuns de “personalidades afetivas negativas” que mais sofrimento causam em relacionamentos amorosos. São eles: o estilo histriônico-teatral (amor torturante), o paranoico-vigilante (amor desconfiado), o passivo-agressivo (amor subversivo), o estilo narcisista-egocêntrico (amor egoísta), o obsessivo-compulsivo (amor perfeccionista), o antissocial-encrenqueiro (amor violento), o estilo esquizoide-hermético (amor desvinculado ou indiferente) e, por fim, o estilo limítrofe-instável (amor caótico).

Ao abordar como amam, sentem e agem indivíduos com esses perfis psicológicos – além de seus discursos e frases feitas –, Riso permite ao leitor identificar-se com alguns traços de comportamento ou reconhecer traços do seu parceiro. Ao ser destrinchado de que forma cada um desses tipos se relaciona com pessoas e personalidades variadas, é possível entender por meio de quais mecanismos afetivos (chantagem, terrorismo, fascínio etc.) tais relacionamentos doentios e irracionais perduram, num círculo vicioso necessariamente a dois.

Não se trata de um manual. Trata-se, isso sim, de conhecimento acumulado em décadas de clínica e tratamento. Lançando mão de tal conhecimento privilegiado, organizado na forma deste livro, o leitor terá acesso a espaços de reflexão, para melhor compreender o funcionamento da natureza humana (a dos seus parceiros e a sua própria) e fazer suas escolhas de forma sadia e consciente.

A L&PM acaba de reeditar Amar ou depender, na Coleção L&PM POCKET.

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