CASAL PARTE NO MESMO DIA, APÓS 70 ANOS CASADOS

 Helen e Kenneth Kedundee, que foram casados por 70 anos 
Partiu junto um casal que, segundo conhecidos, tomava café da manhã de mãos dadas pelos 70 anos que durou seu casamento.

Helen Kedundee tinha 92 anos quando partiu, na noite desta sexta (23). Seu marido, Kenneth Kedundee, deu o último suspiro na manhã de sábado (24).

Os oitos filhos do casal disseram à imprensa americana que seus pais eram inseparáveis.

“Não se desgrudaram desde que se conheceram, ainda adolescentes. Eles até preferiram dividir a parte de baixo de um beliche, uma vez que foram viajar e os colocaram em cabines separadas do navio”, conta a filha Susan Kedundee.

“Nós sabíamos que, quando um fosse, o outro iria junto”, disse outra filha, Linda. Ela conta que, assim que os médicos contaram que Helen havia morrido, Kenneth falou para os filhos: “A mamãe morreu.” Ele se prostrou na cama e, dizem os filhos, começou a ir embora aos poucos.

“Ele estava pronto”, diz um deles, Cody. “Ele só não queria deixá-la aqui sozinha.”

“Éramos 24 das pessoas que mais o amavam ao redor do seu leito, lendo suas escrituras prediletas e cantando hinos religiosos”, diz Susan.

O casal se conheceu na cidade americana de Newport, em 1944. Kenneth, que estava a quatro dias de completar 21 anos, ainda não podia se casar pelas leis de então do Estado. “Mas ele não podia esperar”, conta o filho Jim. Então os dois pegaram um trem e foram para um Estado vizinho, onde a idade legal era de 19 anos e puderam dizer sim.

O hábito de viajar nunca desacelerou: depois que todos os filhos estavam criados, o casal Kedundee conheceu todos os 50 Estados americanos de ônibus (menos o Alasca e o Havaí, para os quais tiveram de tomar um avião).

“Ele não gostava de voar porque dizia que do avião você não vê a terra passando, então não tinha a sensação de jornada”, explica o filho Jim.

E o filho termina: “Foi por isso que ele esperou minha mãe ir, porque queria ver a jornada antes de ir ao encontro dela”.
A partir da Folha de S.Paulo. Leia no original
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Esta não é uma página pessoal. Todo o material é compilado por uma equipe de colaboradores, coordenada pela editora Ana Carolina Grignolli, jornalista especializada em comportamento.
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3 comentários :

  1. A morte não é nada.
    Apenas passei ao outro mundo.
    Eu sou eu. Tu és tu.
    O que fomos um para o outro ainda o somos.

    Dá-me o nome que sempre me deste.
    Fala-me como sempre me falaste.
    Não mudes o tom a um triste ou solene.
    Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos.

    Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo.
    Que o meu nome se pronuncie em casa
    como sempre se pronunciou.

    Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra.

    A vida continua significando o que significou:
    continua sendo o que era.
    O cordão de união não se quebrou.
    Porque eu estaria for a de teus pensamentos,
    apenas porque estou fora de tua vista ?

    Não estou longe,
    Somente estou do outro lado do caminho.
    Já verás, tudo está bem.
    Redescobrirás o meu coração,
    e nele redescobrirás a ternura mais pura.
    Seca tuas lágrimas e se me amas,
    não chores mais.

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  2. Morte?! Só a física. Porque a nossa alma é eterna. E, é em nossa alma que estão guardados os nossos sentimentos. Existem amores que nem a morte consegue separar.

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  3. Sim eu tenho certeza,a morte nao existe,fica sendo apenas um breve ate logo,a passagem na terra e curta,mas temos todos que glorificar muito pelo presente dado pelo criador essa passagem no plano terrestre ja que voltaremos todos para o patria espiritual,la sim,tudo e real,tudo faz sentido.Louvado seja Deus,que a paz fique com todos.

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