"Hoje eu tenho outra pessoa e não posso deixar claro que ainda amo meu ex-marido. Eu não o engano, o respeito e vivo um relacionamento real, mas sofro todos os dias pelos erros cometidos no passado. Gostaria de opiniões !!! Eu conheci meu ex-esposo em um vagão de trem, quando o vi, senti algo queimar meu rosto, meu corpo, meu coração, era tão lindo, maravilhoso... Nos reencontramos, algo inexplicável, um sonho que se tornou real... Eu amei com todas as forças, ficamos noivos em 3 meses, separamos, voltamos, e depois de quase 6 anos juntos nos casamos, para depois nos separarmos "definitivamente" (???). Hoje, há quase dois anos separados, com outro casamento, eu não deixo de pensar nele, não consigo deixar de amar... Mas desejo apenas que ele seja feliz e que no momento em que ele disse as palavras que eu não esqueço um só minuto ("Eu não te amo mais, você não percebeu!?") ele tenha decidido o rumo certo de sua vida. Quanto a mim, fiquei sem chão..". (Anônima)

Acredito que nem sempre as pessoas se casam com a alma à qual estão ligadas. Às vezes esta outra pessoa está desejosa e disponível para unir-se a nós, reconhecendo a paixão e a química que existem... “os laços íntimos e sutis que envolvem conexões ao longo de muitas vidas” (Brian Weiss). Mas esta alma, apesar de nos ser “destinada” (nunca se esqueça da existência do livre-arbítrio), pode nos ser naquele momento prejudicial. Tudo faz parte do desenvolvimento espiritual.

Se um dos espíritos ainda carece de conhecimento e desenvolvimento emocional, traços de violência, cobiça, ciúmes, ódio e medo podem interferir no relacionamento. São tendências prejudiciais ao outro, ainda que ambos sejam unidos pelo amor. Daí, você pensa que pode ajudá-lo a crescer... Mas ele nem sempre é permeável às suas palavras ou boas ações .

Então, também fazendo uso de seu livre-arbítrio, se recusa a aprender e a crescer. Resultado : o relacionamento estará condenado. Talvez haja outra oportunidade em outra vida, a não ser que ele desperte depois, nesta mesma vida.

Imagine, portanto, que vocês são amigos de colégio inseparáveis, que viveram experiências únicas e tem um relacionamento imortal. Só que os programas de vida de casa são diferentes. Isto não pode ser encarado como uma derrota, mas sim uma questão de aprendizagem. Estas duas pessoas (almas) têm uma vida eterna em companhia uma da outra, mas apenas precisam freqüentar aulas separadas...

É triste e doido, mas, anos depois, vocês se reencontram e reconhecem um no outro o antigo sentimento de amor, agora apaziguado pelo amadurecimento. E podem, finalmente, seguir juntos.

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Sobre João Casmurro

Esta não é uma página pessoal. Todo o material é compilado por uma equipe de colaboradores, coordenada pela editora Ana Carolina Grignolli, jornalista especializada em comportamento.
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1 comentários :

  1. A um ano e meio ,uma pessoa que eu pensava que me amava me trocou por outra.SE CONHECERAM EM UMA FESTA E FUGIRAM JUNTAS DEIXANDO PARA TRAS MUITA TRISTEZA E DOR.hOGE EU JA ÑAO PENSO MAIS COMO EU PENSAVA.Mas sofro ainda mas como eu sei que as almas não tem idade e não adianta fugir que um dia nos vamos nos reencontrar e exclarecer um grande mal entendido.Que foi isto tudo so peesso que ela seja feliz com o caminho que ela escolheu porque para traz não ficou nada.

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