Dizem que você nunca esquecer o teu primeiro amor. Mas estudo recente indica que a exagerada nostalgia de paixões anteriores, principalmente do primeiro namoro, pode criar embaraços para os novos relacionamentos. Esta é a teoria desenvolvida por tese de doutorado defendida na Universidade de Los Angeles (EUA), segundo a qual a euforia juvenil seria responsável por "maquiar" o primeiro amor, tornando-o um referencial irrealista contra todos os futuros romances da vida de homens e mulheres. Segundo o relatório, a melhor forma de garantir a longo prazo felicidade em um relacionamento é ter claro em sua mente como foi o desenrolar e o fim de seus primeiros envolvimentos afetivos.

O mesmo sentido é o trabalho do socilógo Malcolm Brynin, do Instituto de Pesquisas Econômicas e Sociais da Universidade de Essex. Ele afirma que "em um mundo ideal, o melhor seria você acordar já no seu segundo relacionamento". "Se você teve uma relação apaixonada e permitir que esta primeira sensação se torne um referencial, torna-se inevitável que, no futuro, suas novas parcerias pareçam decepcionantes", conclui. O problema, em síntese, é que temos uma tendência a buscar, mesmo nas relações adultas, a emoção e aintensidade que você tivemos em nossa primeira experiência de amor. "A solução é clara -- sentencia o professor Brynin. Se você buscar se proteger de uma intensa paixão na sua primeira relação, você será feliz em seus futuros relacionamentos."

Confirmando a tese, é esta a mensagem que nos traz a vida da modelo Kate Moss . Quando tinha 21 anos, ela teve um romance de quatro anos com Johnny Depp e, anos mais tarde, quando perguntada sobre os homens em sua vida, ela respondeu: "Eu não encontrei ninguém porque ainda vivo minha relaççao com Johnny Depp. "

Finalmente, a professora Helen Fisher, antropóloga na "Rutgers University", em Nova Jersey, sugere que a primeira preocupação de intensidade da emoção pode ajudar na sobrevida das relações. Usando equipamentos neurológicos, ela observou a atividade cerebral semelhante entre os que tinham sido felizes casados há mais de duas décadas, com quem tinha estado em relação a menos de seis meses. Com isto, ela conclui que encontrou prova incontestável de que o amor romântico pode durar.
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Sobre João Casmurro

Esta não é uma página pessoal. Todo o material é compilado por uma equipe de colaboradores, coordenada pela editora Ana Carolina Grignolli, jornalista especializada em comportamento.
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1 comentários :

  1. tive meu primeiro namorado com 15 anos eu o amava muitoamei tanto que eleconsegiu mim uzar e abuzar mim deixando gravida sofri muito na casa de meus pais fui muito humilhada ele queria que eu abortasse meu filho chegou ate mim forçar a tomar citotec finge que tomeicoloquei de baixo da lingua quandu el viu que eu nao abortava foi embora mim deixando na pior situaçao que vcs podem imaginar trabalhei muito com a barriga passei muita fome tudu tudo mas nunca pensei em matarmeu filhi ele narceu foi uma luz na minha vida hije ele tem 20 anos trabalha ta noivo esta bem sussedido na vida como se bom emprego eu mim casei com uma pessoa maravilhosa que mim du valor hoje sou uma mulher muito ffeliz tenho pena desse meu primeiro amor que hoje esta na sarjeta talvez chorando a metade da metade das lagrimas que derramei por causa dele nem sempre o primeiro amor eo primeirp namorado beijos todos aqui eo pequeno resumo de uma mulher vencedora e feliz ede muita fe em deus sei que ele mim carregou em seus braços givania martins rua trav osvaldo cruz btn 2 paulo afonso bahia

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