"Talvez não exista essa 'de outra metade', como somos inteiros em nossa natureza, não precisamos de " metades" ... Mas acredito, piamente, que existem pessoas predestinadas ao encontro de almas, em algum tempo, em algum lugar.
As decepções ocorrem muito porque:
1) criamos expectativas vãs, infelizmente;
2) nem sempre somos correspondidos em nossa sinceridade;
3) falta respeito e consideração pelos sentimentos alheios;
4) as pessoas, de um modo geral, são displicentes com relação aos seus próprios sentimentos e acabam se iludindo e iludindo os outros ...
Bom, é mais ou menos assim que eu penso.
Fernanda Xerez


Concordo com o que disse. Na verdade o conceito de "almas gêmeas" virou um lugar-comum que beira a pieguice. Mas o que acreditamos é diferente. Como está no texto que escrevi pra minha mulher, Solange, e que transcrevi em parte na descrição da comunidade : "o significado de estarmos novamente juntos transcende o sentido fácil do termo 'almas gêmeas'.

Almas que se identificam não precisam ser iguais, mas se ajudam e se influenciam. Precisam uma da outra, como se não pudessem viver separadas. Se amam com urgência, com necessidade, com medo e com alegria." Por isto prefiro o termo "almas afins"... apaixonadas, mas necessariamente diferentes...
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Sobre João Casmurro

Esta não é uma página pessoal. Todo o material é compilado por uma equipe de colaboradores, coordenada pela editora Ana Carolina Grignolli, jornalista especializada em comportamento.
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3 comentários :

  1. Acredito que amor é plenitude e sempre que me envolvo com alguém, faço com todo o amor que posso destinar a alguém. Casei-me com um homem com quem namorei 6 anos e fui noiva por 1 ano. Um amor que, naquele instante, tinha certeza que era o grande amor de minha vida. O conheço desde meus quinze anos de idade, hoje estou com trinta e seis. Mas após nos casarmos, nos separamos e estamos divorciados. Nossas duas filhas são um elo eterno e considero o substrato de nosso encontro. Depois dele, namorei e fiquei noiva com outro homem por quase dois anos, e acreditava ser o grande amor de minha vida: ame-o com todo meu amor. Nem chegamos a nos casar. Conheci outra pessoa e novamente acreditei ser o amor de minha vida. Estamos fora de sintonia, não conseguimos continuar por causa das diferenças, é uma batalha para isso. O que considero que tive e ainda terei são encontros de almas com certeza. O verdadeiro amor é algo dentro de nós mesmos: ame, independente do outro. Tive um amor platônico que foi interrompido e passei algum tempo achando que esse era o verdadeiro amor de minha vida. Mas hoje tenho um nível de conhecimento mais amplo. Sei que amores do tipo Romeu e Julieta permanecem em nosso imaginário e se enraizam em nossos corações justamente porque não se concretizam. Não há tempo para nos depararmos com as diferenças que são essenciais para nosso engrandecimento espiritual. Momentos em que teremos que ser amigos e companheiros, em que deveremos exercer toda a nossa Caridade com alguém que pode nos magoar. Eu já tive amores verdadeiros na minha vida, e já tive pessoas que nutriram verdadeiros amores por mim, mas duraram o tempo necessário para nosso engrandecimento de vida.

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  2. Sim. Acredito que todos os amores são para sempre, pois o amor é eternidade. Como dizia ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY em seu "O pequeno príncipe": "Do primeiro amor gosta-se mais, dos outros gosta-se melhor"
    Ter o primeiro amor guardado no peito tem tanta importância quanto guardar o atual ou outro entre esses limites. Muitas vezes, nos prendemos a uma lembrança desse amor e perdemos nossa encarnação nutrindo esperanças e deixando de cumprir o que viemos fazer aqui, que essencialmente é o aprendizado. Amor é plenitude e eternidade e nunca deve ficar reduzido e canalizado a uma só criatura.

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  3. Sim. Acredito que todos os amores são para sempre tambem

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