
Amo-te quanto em largo, alto e profundo
Minhalma alcança quando, transportada,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser,
Sente, alongando os olhos deste mundo,
Os fins do Ser,
a Graça entressonhada.
Amo-te em cada dia, hora e segundo:
À luz do Sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo te.
À luz do Sol, na noite sossegada.
E é tão pura a paixão de que me inundo te.
Amo-te até nas coisas mais pequenas.
Por toda a vida.
E, assim Deus o quiser,
Ainda mais te amarei depois da morte.
Por toda a vida.
E, assim Deus o quiser,
Ainda mais te amarei depois da morte.
Poema original escrito por Elizabeth Barret Browning
( Tradução : Manuel Bandeira )
( Tradução : Manuel Bandeira )
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