"Eu li algumas páginas do seu blog e uma delas (Amor de Outras Vidas - "Tudo faz parte do desenvolvimento espiritual") me doeu no coração. Isto porque o outro, no meu caso, é cético. Tenho lutado para "fazer dar certo", mas já sabendo que não posso "desperdiçar" energia e tempo e esperar tanto para que ele se desenvolva.... Procurei muitas pessoas e lugares por causa deste reencontro. Monge budista, centro espírita, terapeuta em vidas passadas, gurus, tenho lido alguns trechos de livroS do Brian Weiss, James Redfield (que tem um trecho perfeito onde ele fala sobre a "paciência") etc... Tem sido um grande aprendizado.E minha "alma-gêmea" foge de mim, e as vezes se aproxima dizendo o que "se sentiria bem entregue nas minhas mãos" e que gostaria de viver um relacionamento comigo. Diz quue é um sentimento forte, mas misteriosamente, ele sente um medo. Nós nos vimos apenas uma vez na vida, numa balada... e depois apenas poucos telefonemas, troca de e-mails e mensagens. Fui fazer uma sessão de VP e descobri o que vivemos juntos. A terapeuta me aconselhou a ter paciência e usar de assertividade com ele. Agora ele parece não querer mais contato comigo, não me responde... Mas também não me diz para me afastar.... Eu dei um "prazo" a mim mesma para lutar por ele, depois terei que deixá-lo seguir seu caminho e eu seguir o meu. Graças a Deus tenho uma consciência um pouco mais desenvolvida para não cair num "buraco" de tristeza se tiver que "abandoná-lo". O meu "medo" é que tenho certeza de que ele está num buraco no momento (no mesmo buraco que estive anos atrás) e tenho tentado de tudo para ajudar a sua alma a reerguer, emanando luz, fazendo orações, conversando e "catequizando" sua alma... Estou fazendo o que meu coração tem mandado... Mas tenho ficado em aflição! Mas sei que, de qualquer maneira, algo acrescentei para ele, e ele a mim.
Tento me posicionar no momento apenas na "luta", até o "prazo" que determinei... sem pensar na frustração que poderá ocorrer... Tento me dedicar neste momento, e procurar "apoios" para continuar centrada nesta "missão"... Estou lhe escrevendo para um desabafo.. Bem, obrigada! Um grande abraço, Paula."
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