Estudos recentes trazem novas descobertas sobre a oxitocina, hormônio importante para diversas funções do nosso corpo, incluindo o amor
Não é fácil falar de amor. Esse sentimento serve de assunto para muitos filósofos, artistas e poetas, que tentam expressar de alguma maneira suas ideias sobre ele. Luís Vaz de Camões, por exemplo, definiu as sensações contraditórias das pessoas enamoradas como “ferida que dói e não se sente” e “contentamento descontente”.
Mas não são apenas artistas que encontram dificuldade ao falar de amor. Para a ciência, esse sentimento também parece longe de ser totalmente compreendido. Ao se apaixonar, o cérebro de uma pessoa passa a responder como se estivesse sob o efeito de uma droga, ficando feliz, mas também ansioso.


