22 de abr de 2015

PROCURA-SE ALMA SÉRIA PARA RELACIONAMENTO DVERTIDO

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“Em um relacionamento sério.” Nada contra. Fico alegre por quem assim esteja. Faço votos de felicidade ao casal e, confesso, tenho até uma certa inveja de quem se encontra e se ajeita a ponto de querer contar ao mundo que vive um caso amoroso e que ele é sério.

Não é despeito, não. Juro. Eu admiro e respeito a seriedade do amor de cada um. Mas acho que quem se ajeita “em um relacionamento sério” anda menos para o calor dos romances que para a frieza dos tratos comerciais, a obrigação dos contratos de compra e venda, a burocracia das operações bancárias e a apatia dos casais ranzinzas, circunspectos, fechados para as brincadeiras de um amor sadio em sua graça e sua leveza.

É que eu prefiro as terminologias mais afetuosas, sabe? Estar “em um caso sério de amor insano”, “em estado de graça”, “em caminhada pelas nuvens ao lado de fulana ou sicrano”. Quem sabe “em construção do amor na companhia de…”. A mim faz bem imaginar o amor como o pesado ofício da leveza, o trabalho braçal dos amantes, uma obra inacabada que precisa ser reconstruída e reformada para sempre.

Você há de me explicar o quanto estar “em um relacionamento sério” é tão só e simplesmente um jeito de valorizar aquele ou aquela ao lado de quem se está caminhando. E que, ora bolas, são só palavras! Quem liga para isso?

Eu ligo. Tenho a impressão de que assim classificado o amor vira outra coisa. Carimbado e despachado ao dia a dia como “um relacionamento sério”, ganha a dimensão limitada e triste de um termo de compromisso. E será mesmo que o amor pode se cobrar e registrar de acordo com as nomenclaturas e tabelas cartoriais?

Então vem alguém perfeito e me acusa de não ser sério, de arranjar desculpas para fugir das convenções da vida adulta, me julga, incrimina, desclassifica. E eu só lamento que tudo tenha de ser assim, tão superficialmente classificável.

Será que o amor não é outra coisa, não? Não será um negócio sem forma e categoria que simplesmente é e, assim sendo, acontece e se fortalece em seu tempo a partir de nossas intenções e ações e essas coisas de quem quer o bem do outro tanto quanto o seu próprio? Sem amarras e cercas e advertências, sem pregar uma placa no portão avisando: “Cuidado. Cachorro Bravo!” ou “Afaste-se! Estamos em um relacionamento sério!”

Vai aqui o meu respeito a quem pensa diferente de mim. Mas, de minha parte, melhor seria estar “em um relacionamento divertido”. Seriamente brincalhão. Daqueles construídos de encontros profundos, em que as almas se encantem e se transbordem sinceramente. Que tragam suas coisas de antes e as dividam com franqueza. Suas dores e perdas, seus escuros pavorosos, seus instantes de grandeza. Que tudo isso se apresente em solidária confraternização de amor.

E que de cada encontro resulte uma história divertida, diversa, que gire na direção oposta da maioria dos casais sisudos, amarrados um ao outro em sofrida provação. Que o caminho seja leve e cada um ali esteja em franca entrega. Celebrando a vida porque isso é o mínimo que se espera de quem está vivo: viver como quem recebe uma graça, agradece de joelhos e se levanta para dividi-la com o mundo.

Eu quero tudo isso, sim. Mas também quero rir, sabe? Rir dos meus tropeços e minhas topadas, da minha desgraça, das minhas alegrias breves e minhas mesquinharias, da minha cara feia no espelho. Quero rir e gritar sem culpa “EU TE AMO, VOCÊ AÍ!” Quem sabe isso me acorde e me melhore.

Meu amor há de ser tão simples e bonito quanto o pão feito em casa. Divertido como os animais domésticos que brincam de morder um ao outro. Despretensioso como quem sonha com as viagens espaciais e com um mundo em paz, em que os estúpidos desistam de seu galope rumo à burrice completa, em que nas escolas as crianças aprendam a ver beleza nas operações básicas de somar, subtrair, multiplicar, dividir e respeitar a si mesmas e ao outro, em que os eloquentes aceitem que “liberdade de expressão” também vale para aqueles que expressam opiniões contrárias às suas.

E que tudo isso seja muito divertido. Sempre.

Será preciso coragem. E coragem é atributo das almas sérias, envolvidas por seus propósitos, tomadas de bravura para tocar a vida em frente a despeito de seus medos e imperfeições, plenas de ânimo para aceitar seus defeitos e corrigi-los como se pode. Afinal, amar e respeitar compreendem um estado de coisas que ficam para muito além de estar “em um relacionamento sério”.

Faço fé que por aí há de caminhar uma alma grave à espera da minha risada. Ansiando pela leveza das nossas conversas e a graça do nosso jeito de lidar com as coisas importantes. Juntos, vamos construir uma casa antiga no meio de uma avenida de prédios comerciais modernos e alimentar hábitos simples. Comprar pão de manhã, plantar hortelã e manjericão em vasinhos de barro, cultivar delicadeza em feitios gentis. Seremos nós e os nossos filhos, nossos sonhos e o nosso desvario de ternura. Eu faço fé.

Em nossa estranheza sagrada de amantes honestos, daremos de brincar com a comida, sonhar com o impossível, acordar enquanto o mundo dorme e sair pela cidade à procura de um chafariz onde entraremos de roupa e tudo.

E quando uma alma desavisada e triste nos questionar indignada, o dedo em riste, “vocês estão loucos, vadios imbecis? Tomando banho no chafariz?”, responderemos em coro sem prender o riso:

“Não, senhora. Nós estamos em um relacionamento divertido!”
André J. Gomes
A partir da Revista Bula. Leia no original

13 de abr de 2015

13 de ABRIL - DIA DO BEIJO

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O Dia Internacional do Beijo, ou simplesmente Dia do Beijo, é celebrado no dia 13 de abril em todo o mundo. Hoje em dia, o Dia do Beijo é considerado uma data especial para comemorar o ato de beijar. Seja entre amigos, familiares ou namorados, o beijo está sempre presente e é uma importante representação humana, principalmente nas sociedades ocidentais, de afeto e carinho. 

Origem do Dia Internacional do Beijo

Não se sabe ao certo como começou, mas segundo uma lenda italiana, havia um jovem chamado Enrique Porchelo que era conhecido por ter beijado todas as mulheres de sua vila.

Cansado de tantos rumores, o padre da pequena vila ofereceu um prêmio em moedas de ouro para a mulher que nunca havia sido beijada pelo jovem italiano. Ninguém apareceu para reclamar o prêmio e, de acordo com a lenda, o tesouro permanece escondido em algum lugar da Itália. 

Curiosidades sobre o Beijo
  • São transmitidas cerca de 250 mil bactérias em cada beijo;
  • O recorde mundial de beijos é do americano Alfred A. E. Wol, que beijou 8.001 pessoas em apenas 8 horas;
  • O rei Henrique VI, em 1439, proibiu todos os tipos de beijos na Inglaterra com a intenção de evitar a proliferação de bactérias;
  • Durante um beijo apaixonado, são ativados 29 músculos do corpo;
  • Em média, ao longo da vida, uma pessoa troca 24 mil beijos, entre familiares, amigos e amores.
  • De acordo com textos sânscritos, o primeiro beijo relacionado ao ato sexual que se tem notícia teria sido dado há dois mil anos atrás na Índia. 

A origem do Beijo

Alguns cientistas acreditam que a origem do beijo está no olfato. Durante muito tempo, cheirar o rosto da pessoa amada era um sinal de afeto e prazer. O roçar da boca passou a ser consequência dos atos de cheirar o rosto do parceiro, surgindo assim os primeiros beijos. 

Outra teoria diz que o beijo surge a partir de uma experiência de afeto e atenção dos nossos antepassados: a alimentação. Os filhos recebiam dos pais a comida semi mastigada diretamente na boca. Este ato teria ficado registrado como um símbolo de 

12 de abr de 2015

HALLY É O NOME DO MEU AMOR

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Hoje tenho 45 anos, sou divorciado, pai de dois filhos. Tive uma vida amorosa à beira de um abismo, sempre pronta para entrar em queda livre e eis que hoje sou divorciado. Não posso dizer que fui de todo infeliz, mas a vida nos reserva surpresas que as vezes não compreendemos. 

Eu tinha um sonho que me acompanhou por mais de 25 anos, uma situação, uma mulher, um amor. Por conta deste sonho quase procurei ajuda com regressão de vidas passadas, mas tive medo e acabei me escondendo do mundo. Não vou contar meu sonho agora porque é meio longo e complicado, mas afirmo que me aterrorizou por anos, até que...

Há algumas semanas eu vi no YouTube um vídeo de uma musica antiga, um clip destes que você busca para recordar seu passado. Mas eu nunca tinha ouvido aquela musica e nem visto aquele vídeo até então. Não é uma pessoa conhecida da mídia, pelo menos não em nossa época atual, portanto não corro risco de colocar alguém em saia justa. Mas sei que quando vi aquela mulher, meu mundo desabou como se fosse uma bomba jogada ao chão.

Chorei desesperadamente naquele momento, pois quando vi o rosto daquela mulher tive a certeza de que ela era o amor que eu havia perdido em minha outra vida. Não foi como um dejavu, mais sim uma colisão de imagem real com o sonho que habitava em minha mente. Naquele momento em que ouvi sua voz, meu corpo demonstrou sintomas típicos de êxtase, eu sentia o leve toque das suas mãos em meu corpo, o sussurrar da sua voz, a umidade dos seus lábios em minha boca.

Meu Deus,estou quase louco por isso e não sei como me ajudar. Não sei onde ela vive e quantos anos tem, pois o vídeo que eu vi era da década de 1985. E naquele vídeo ela já deveria estar com no mínimo uns trinta anos. Então existe uma diferença de tempo e espaço enorme entre essa situação. Mas gostaria de saber se ela esta bem, ou onde vive e qual sua situação atual.

Amigos posso apenas dizer um nome, Hally . Esse é o nome da mulher que se apodera da minha vida, da minha alma, esse é o nome do amor, do meu amor. 

Há anos eu havia transformado meu coração em pedra, mas depois que à vi uma chama se acendeu novamente dentro de mim, sei que as chances de vê-la são quase que impossíveis, mas o fato de saber que ela existe já me é um consolo. Mesmo porque essa mulher não é brasileira, e levando em consideração que não sei nem por onde procurá-la, então minha situação volta a estaca zero. Mas agora com uma certeza, eu tenho para quem dizer EU AMO VOCÊ, mesmo que ela nunca saiba.

Italiano

ESTE AMOR QUE ME ACOMPANHA

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Li alguns dos depoimentos e fiquei impressionada e comovida com algumas das histórias, embora não me sinta totalmente segura em designar o que aconteceu comigo por "conexão entre almas gémeas". Questiono muitos os meus valores e o conceito de "almas gémeas" é algo que ainda estou a descobrir. 

Aliás, só depois da história que vos irei contar é que comecei a procurar algo que correspondesse com aquilo que eu senti e vivi e não conseguia explicar de modo nenhum. 

Conheci o A. quando andava na escola. Desde o começo que me pareceu estranho, pois eu o vi no primeiro dia de aulas e ele intrigou-me pela sua postura e pelo seu jeito de falar aparentemente normais, que somente a mim me fascinavam. 

Assim que o olhei pareceu-me um rapaz triste e melancólico e consegui desvendar muitas coisas através dele que mais tarde consegui confirmar, como se eu conseguisse perceber o que ele sentia e me conseguisse colocar no lugar dele com uma enorme facilidade. 

Um dia eu estava na aula e alguém me chamou. Ele olhou-me envergonhado, tinha uma folha de papel na mão. Uma rapariga disse-me que o A. tinha algo para me mostrar. Era um desenho meu. Ele estava muito embaraçado com toda a situação. 

A partir daí comecei a pensar que talvez ele tenha pensado o mesmo em relação a mim e fiquei completamente inebriada com aquele "amor".

Aquela paixão revelou-se, porém, muito perigosa. Apesar de haver uma enorme empatia da parte dele, nunca nos aproximamos muito. Ele fugia de mim sempre que eu tentava manter uma conversa linear, ficava muito envergonhado e tenso sempre que havia uma aproximação e não me pareceu que fosse tímido, pois com outras moças ele se comportava de forma bem íntima. 

Sempre pressenti que havia algo de muito forte entre nós e ele também sentia isso. Um decidi que devia declarar-me e tentar arrancar algo da boca dele, tentar saber se ele sentia o mesmo por mim. 

Fui falar com ele e estava muito nervosa. Nesse momento fui invadida por uma onda de tranquilidade, estava muito calma e quente, como se envolvida numa atmosfera muito suave. Entretanto disse-lhe que estava apaixonada por ele. 

Ele disse-me que ele não era boa pessoa para mim e que não podia namorar com ninguém, mostrou-se, porém, preocupado em saber se o que eu sentia era muito forte e se ia esquecê-lo facilmente. 
Eu não consegui nunca perguntar-lhe se ele sentia o mesmo, algo me impedia de tal. 

Ficamos as férias de verão sem nos vermos (aqui em Portugal são 2 meses e meio) e quando as aulas começaram em setembro vi-o novamente. 

A expressão dele mudou radicalmente assim que me viu. Ficou com um olhar triste. 

Uns dias depois fui falar com ele. Perguntei-lhe se ele tinha um tempo para falar. Ele me respondeu que não e fugiu. Nunca mais voltamos a falar.

Já tentei envolver-me com outras pessoas para ver se o esqueço, mas depois de tanto tempo (4 anos) nunca o consegui esquecer. Além disso, parece que nenhuma relação depois dele resultou. 

Esse rapaz tinha problemas muito muito graves. Teve uma história de vida muito parecida com a minha e estava a passar por maus momentos. 

O meu "despertar espiritual" tinha começado quando o conheci e consegui ver a aura dele imediatamente. Era de um azul muito escuro. Tive também muitos sonhos com ele. Sonhei várias vezes que nos sentávamos no chão um ao lado do outro e nos olhávamos e ficávamos em silêncio. Sonhei também várias vezes que ele chorava e batia com a cabeça contra um muro. Sonhei inúmeras vezes que falávamos e ele me confessava coisas sobre ele e sobre a família dele, mas conversas muito reais!

Algo me diz constantemente que devo acreditar que algum dia este amor vai dar certo e eu não consigo aniquilar a minha esperança. 

Vivo bem e feliz sozinha mas não consigo desprender-me deste amor que me acompanha sempre. O guardarei com carinho no coração. 

Vejo-o ainda muito raramente e só espero de todo o coração que ele esteja bem e que um dia tenha coragem para se expressar. 

Ana Rita (Portugal )

11 de abr de 2015

LIVRO ENSINA A CURAR CICATRIZES AMOROSAS

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Terminar um relacionamento não é nada fácil. Quase sempre, a dor da separação vem acompanhada de um mundo de incertezas. E agora? Como fazer para seguir em frente?

Pensando nisso, a jornalista, cantora e compositora Angela Brandão propõe o que ela chama de quarentena amorosa, um período de cuidados especiais para ajudar você a cicatrizar as feridas, cuidar de si e recuperar o amor-próprio.

Recheado de boas histórias e pontuado por trechos de canções e poemas inspiradores, este livro apresenta 12 princípios práticos para sair da inércia que acompanha o fim de uma relação e dar início ao processo de cura.

Por mais difícil que possa parecer no início, a resposta que buscamos está em ações ao nosso alcance: criar hábitos novos, cuidar do corpo e da aparência, evitar atitudes radicais e apostar apenas em relações que interessam, sejam elas com pessoas, lugares, objetos ou memórias.

Dando os passos certos, um de cada vez, você pode descobrir que a quarentena era o período que você precisava para voltar a desfrutar a melhor companhia de todas. A sua.

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A ideia da quarentena amorosa surgiu numa mesa de bar, nos tempos da faculdade, como resultado de conversas entre grandes amigas. No início, ela significava apenas um conjunto de regras básicas de como elas deveriam se comportar depois de um for a — dado ou recebido — para tornar mais fácil esbarrar no ex-amado ou encontrar um substituto para a vaga.

Com o passar do tempo, o que era uma espécie de brincadeira virou algo muito mais sólido — e também mais profundo. Hoje, ela é um verdadeiro roteiro de sobrevivência emocional para lidar com os rompimentos que têm um impacto profundo sobre nós.

A partir da sua própria história e das experiências relatadas por pessoas próximas, a jornalista e compositora Angela Brandão elaborou este guia com 12 princípios para ajudar os corações machucados a enfrentar a dor da separação e dar a volta por cima.

Em tom intimista, a autora ensina que o segredo para superar a separação é se abrir pouco a pouco, cuidando da cabeça e do corpo, reforçando os laços afetivos que realmente importam até você estar pronto para um novo romance. Quarentena amorosa oferece o estímulo que você precisa para reencontrar a felicidade.

Imagem : Freeimages

7 de abr de 2015

MULHER SE NEGA A DESLIGAR APARELHOS E MARIDO ACORDA DO COMA

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A americana Danielle Josey Davis viu o marido, com quem casara há sete meses, ficar em coma após um grave acidente de moto. Apesar da recomendação médica de deixar o homem morrer, porque havia uma chance de 90% de ele nunca mais  acordar, a mulher não desistiu do marido e não autorizou o desligamento dos aparelhos que o mantinham respirando. Três meses depois, ele acordou.

Depois que acordou do coma, Matt Davis perdeu lembranças de acontecimentos antes de 2010, por conta da lesão cerebral. Como o casal só namorou por dois meses antes de casar, Matt não se lembrava de Danielle, mas após acordar foi se apaixonando outra vez por ela. "Estou feliz por ter casado  com ela", disse ele à emissora ABC News. 

Durante o tempo que Matt ficou internado, Danielle cuidou dele praticamente sozinha, já que seu sogro havia falecido há dois anos e sua morte acabou deixando sua sogra muito abatida para conseguir ficar ao lado do filho em coma.

Quando os médicos deram permissão, a americana levou o marido para a casa da mãe. "Se temos que trazê-lo para casa, vamos garantir que tenha a melhor vista do mundo", relembrou. "Se ele vai ser um corpo em uma cama, vamos dar-lhe algo para olhar".

Em pouco tempo, Matt começou a seguir a mulher com os olhos, comunicando-se aos poucos. Danielle percebeu que, finalmente, seu marido voltava a ser quem era antes do trauma quando perguntou o que ele gostaria de comer. Com um sussurro, o homem respondeu: "frango [à moda de] buffalo envolto em cheddar". 


Por dois meses e meio, ele participou de um programa de reabilitação e conseguiu se levantar sozinho com ajuda de um andador. 

Quanto às memórias, Matt conseguiu recuperar seu senso de humor e algumas lembranças mais antigas. Até hoje ele não consegue se lembrar da morte do pai nem do dia de seu casamento com Danielle.

Atualmente, o casal vive em Atlanta, nos Estados Unidos, e faz aulas de ioga juntos e pratica esporte. Os dois recebem ajuda pelo Go Fund Me, site de financiamento coletivo, para pagar as despesas médicas.

25 de mai de 2014

CASAL PARTE NO MESMO DIA, APÓS 70 ANOS CASADOS

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 Helen e Kenneth Kedundee, que foram casados por 70 anos 
Partiu junto um casal que, segundo conhecidos, tomava café da manhã de mãos dadas pelos 70 anos que durou seu casamento.

Helen Kedundee tinha 92 anos quando partiu, na noite desta sexta (23). Seu marido, Kenneth Kedundee, deu o último suspiro na manhã de sábado (24).

Os oitos filhos do casal disseram à imprensa americana que seus pais eram inseparáveis.

“Não se desgrudaram desde que se conheceram, ainda adolescentes. Eles até preferiram dividir a parte de baixo de um beliche, uma vez que foram viajar e os colocaram em cabines separadas do navio”, conta a filha Susan Kedundee.

“Nós sabíamos que, quando um fosse, o outro iria junto”, disse outra filha, Linda. Ela conta que, assim que os médicos contaram que Helen havia morrido, Kenneth falou para os filhos: “A mamãe morreu.” Ele se prostrou na cama e, dizem os filhos, começou a ir embora aos poucos.

“Ele estava pronto”, diz um deles, Cody. “Ele só não queria deixá-la aqui sozinha.”

“Éramos 24 das pessoas que mais o amavam ao redor do seu leito, lendo suas escrituras prediletas e cantando hinos religiosos”, diz Susan.

O casal se conheceu na cidade americana de Newport, em 1944. Kenneth, que estava a quatro dias de completar 21 anos, ainda não podia se casar pelas leis de então do Estado. “Mas ele não podia esperar”, conta o filho Jim. Então os dois pegaram um trem e foram para um Estado vizinho, onde a idade legal era de 19 anos e puderam dizer sim.

O hábito de viajar nunca desacelerou: depois que todos os filhos estavam criados, o casal Kedundee conheceu todos os 50 Estados americanos de ônibus (menos o Alasca e o Havaí, para os quais tiveram de tomar um avião).

“Ele não gostava de voar porque dizia que do avião você não vê a terra passando, então não tinha a sensação de jornada”, explica o filho Jim.

E o filho termina: “Foi por isso que ele esperou minha mãe ir, porque queria ver a jornada antes de ir ao encontro dela”.
A partir da Folha de S.Paulo. Leia no original

12 de mai de 2014

BRITÂNICA ACORDA DE COMA AO OUVIR CANÇÃO DE SEU CASAMENTO

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Música embalou noite de casamento de
Maria Neal  e era tocada todos os
dias por seu marido no leito de hospital
Uma britânica acordou do coma após ouvir a canção que dançou na noite de seu casamento - e que é o conhecido tema do filme Ghost: Do Outro Lado da Vida.

Em março deste ano, Maria Neal, de Chark, no condado de Kent, no sudeste da Inglaterra, sofreu um forte derrame.

Ela foi desenganada pelos médicos, mas surpreendeu a todos ao despertar depois de ouvir Unchained Melody, do dueto americano Righteous Brothers, que havia embalado a sua noite de casamento há 21 anos.

Enquanto Maria estava hospitalizada, seu marido, Steve, colocava a música para tocar todos os dias. Em entrevista à BBC, a mulher disse que a ideia foi "brilhante", uma vez que "nada mais podia ser feito". "Eu não estava mais respondendo. Essa música realmente me toca profundamente, porque é muito bonita", disse Maria.

"A alegria que tínhamos ao ver qualquer movimento era indescritível. Mas quando obtive a primeira resposta dela, ao balançar a cabeça quando lhe perguntei o que era aquilo (a música), foi absolutamente fantástico", afirmou Steve.

A filha do casal, Kyrstie, que também ficou todo o tempo ao lado do leito da mãe, descreveu a emoção que sentiu ao vê-la acordar do sono profundo.

"Minha mãe chorou quando eu coloquei a música para tocar, o que partiu o coração. Mas ao vê-la reagir, eu fiquei muito feliz", disse a jovem.

"É ótimo estar em casa com a minha família e meu marido depois de ficar tanto tempo fora. Eles são o meu porto seguro", afirmou Maria.

A partir da BBC Brasil. Leia no original

22 de out de 2013

CRENÇA EM ALMAS GÊMEAS É MOTIVO DE PESQUISA

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Se você acredita em almas gêmeas, você não está sozinho. A busca pelo amor perfeito é um dos principais motivadores no Jogo da Conquista, principalmente entre os mais jovens. Mas será que acreditar cegamente nisso te ajudará a encontrar sua cara-metade? É assim que você vai chegar ao final de conto de fadas do tipo “viveram felizes para sempre”?

Um estudo da Universidade de Houston avaliou a crença na existência de “almas gêmeas” e seu impacto na qualidade do relacionamento. Foram comparados namoros entre pessoas que acreditavam em um “destino romântico” e pessoas que preferiam acreditar em um “amor desenvolvido com o tempo”. Os resultados mostraram que:

Pessoas que acreditam em um destino romântico (almas gêmeas) procuram reações emocionais positivas e compatibilidade inicial com o parceiro. Acreditam que um par romântico combina logo de cara ou não. Como resultado, se apaixonam intensivamente no começo. Mas quando os problemas começam a aparecer, tais pessoas têm mais dificuldades para lidar com eles e começam a procurar em outros candidatos a “cara-metade”. Ou seja, os relacionamentos tendem a ser intensos, mas curtos.

Pessoas que acreditam em um amor que evolui com o tempo buscam alguém que irá resolver os conflitos quando eles aparecerem. Acreditam que os relacionamentos podem se desenvolver e que o início da relação não precisa ser eufórico e baseado somente em emoções. Como resultado, essas pessoas tendem a ter relacionamentos mais duradouros.

De acordo com o estudo, se você procura relações intensas, mas não necessariamente longas, acreditar em almas gêmeas pode fazer bem. Porém, quando os conflitos começarem a aparecer o conceito de alma-gêmea não irá ajudar.

É por isso que algumas pessoas se apaixonam várias vezes pelo “parceiro perfeito”, mas depois acabam desapontadas e tudo termina. Isso acontece em momentos em que a relação não está caminhando tão bem, mas que mesmo assim pode ser trabalhada se houver maturidade.

É até irônico, pois acreditar cegamente em almas gêmeas poder ser justamente aquilo que te impede de ter A relação que você está destinado a ter. Portanto, adaptabilidade é tudo.

Jogue bem e jogue certo!
Rodrigo Farah
A partir do Portal UOL. Leia no original

20 de out de 2013

VIÚVA DE KUBRICK FALA DE SEU 'AMOR ETERNO'

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Seu objetivo sempre foi ser pintora e, para pagar as contas, a jovem Christiane iniciou uma carreira de atriz, nos anos 1950. Fazia, em Viena, uma montagem de As Três Irmãs. Stanley Kubrick, que precisava de uma atriz para cantar na cena final de Glória Feita de Sangue, contratou um agente local, que lhe indicou a montagem de Chekhov, pensando numa atriz (que não Christiane) como a ideal. Kubrick foi ver. Encantou-se com ela. "Contratou uma atriz e ganhou uma mulher. Para toda a vida.", resume Christiane.

Christiane conheceu o diretor durante
filmagens de 'Glória Feita de Sangue'
Christiane Kubrick e o irmão, Jan Harlan, estiveram em São Paulo para a abertura da Mostra, que este ano exibe uma retrospectiva do grande diretor. Christiane forneceu a aquarela - Kubrick retratado durante a filmagem de Barry Lyndon - que virou a vinheta da 37.ª edição. "Ficou muito bonita", ela diz. "Renata (Almeida) é muito dinâmica. Sabe fazer as coisas acontecerem", acrescenta Harlan.

Viveram juntos, Christiane e seu Stanley, até a morte dele, em 1999. Foram mais de 40 anos. Desde então, o irmão e ela dedicam-se a manter viva a chama de Kubrick. Agora mesmo, há uma exposição em São Paulo - na Mostra -, e os filmes estão sendo sempre polidos e restaurados, para novos lançamentos. "Tudo isso sai caro, mas a obra de Kubrick continua atraindo o público. Para a indústria do cinema, ainda vale a pena investir nele. Kubrick é rentável."

A viúva conta que Kubrick não admitia interferências do estúdio, mas se empenhava em fazer filmes atraentes para o público. "Ele ficava orgulhoso com as boas rendas. Sabia que iam tranquilizar os executivos e ele poderia continuar trabalhando como gostava." Como foi viver tanto tempo com um gênio? "Stanley minimizava a questão. Dizia que era 10% de talento e 90% de trabalho." Não mais na entrevista, realizada num hotel da Paulista, mas na apresentação da vinheta, quinta-feira à noite na abertura da Mostra, ela contou uma história de Barry Lyndon. "Ele se feriu e sangrou, por causa de um espinho. Dizia que colocou seu sangue naquele filme."
A partir do Estadão. Leia no original

15 de jul de 2013

HISTÓRIA DE AMOR MOTIVOU DECISÃO SOBRE UNIÃO GAY

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Edith Windsor comemorou decisão 
"Por favor, casem-se imediatamente", disse Edith "Edie" Windsor a amigos gays que lhe telefonavam nesta quarta-feira para comemorar a decisão histórica da Suprema Corte americana, que declarou inconstitucional a Defense of Marriage Act (Lei da Defesa do Casamento, ou Doma, na sigla em inglês), abrindo caminho para que casais do mesmo sexo tenham acesso a benefícios federais até então exclusivos para os heterossexuais.

Windsor, de 84 anos, é a autora da ação que contestou o trecho da Doma que define o matrimônio como "união entre um homem e uma mulher". Ela tomou a decisão de entrar na Justiça depois de ter sido obrigada a pagar US$ 363 mil (cerca de R$ 805 mil) em impostos pela herança deixada por sua esposa, Thea Spyer.

Como o casamento das duas não foi reconhecido pelo governo federal, o caso foi tratado como se Windsor tivesse recebido o patrimônio de uma desconhecida.

"Quero ir agora mesmo para o Stonewall", disse Windsor segundo a revista americana The New Yorker, referindo-se ao bar no bairro nova-iorquino do Greenwich Village que foi palco dos confrontos entre gays e a polícia em 1969, transformando-se em um marco do movimento pelos direitos dos homossexuais.

Romance e luta pela vida

Foi no mesmo Greenwich Village que teve início a história de Windsor e Spyer, agora transformada em símbolo da luta pela igualdade de direitos de matrimônio para os gays.

Era a década de 60. Windsor, nascida na Filadélfia, estava divorciada do primeiro marido, Saul Windsor, com quem tinha sido casada por menos de um ano, e havia se mudado para Nova York para poder viver abertamente como gay. Ela conta que, na noite em que conheceu Spyer, uma psicóloga, as duas dançaram "até fazer buracos nas meias".
"Me sentia angustiada pelo fato de que, aos olhos de meu governo, a mulher que eu amei, de quem cuidei, com quem dividi minha vida, não era minha esposa legal, mas considerada uma estranha sem nenhuma relação comigo." Edith Windsor
Em 1967, elas iniciaram um noivado que durou 40 anos até que, em maio de 2007, casaram-se em Toronto, no Canadá. Spyer lutava contra esclerose múltipla desde 1977 e havia ouvido de seus médicos que tinha apenas um ano de vida.

Após a notícia, as duas mulheres decidiram oficializar a união de quatro décadas.

Com a progressão da doença, que deixou Spyer progessivamente paralisada, Windsor abandonou seu emprego na IBM para cuidar da esposa em tempo integral. Spyer morreu em 2009, após lutar contra a doença durante 32 anos.

"Três semanas antes de morrer, Thea disse: ‘Nossa, nós ainda estamos apaixonadas, não é?'", lembrou Windsor em uma entrevista ao jornal britânico The Guardian.

Herança e angústia

Retrato mostra Edith Windsor e a mulher, Thea Spyer; ação judicial motivou decisão nos EUA
Pela lei americana, quando um dos cônjuges morre pode deixar bens para o outro sem a necessidade de pagamento de impostos estaduais. O Estado de Nova York reconhece o casamento de pessoas do mesmo sexo, mas como o governo federal não reconheceu a união de Windsor e Spyer, ela foi obrigada a pagar os impostos.

"Me sentia angustiada pelo fato de que, aos olhos de meu governo, a mulher que eu amei, de quem cuidei, com quem dividi minha vida, não era minha esposa legal, mas considerada uma estranha sem nenhuma relação comigo", disse Windsor, em lágrimas, ao comentar a decisão.

Windsor relatou ao jornal americano The New York Times que teve dificuldade para conseguir um advogado. O caso foi assumido por Roberta Kaplan, do escritório Paul, Weiss, Rifkind, Wharton & Garrison, ao lado da organização de defesa dos direitos civis União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês).

Enquando comemorava a decisão da Suprema Corte ao lado de Kaplan, Windsor recebeu um telefonema do presidente americano, Barack Obama e agradeceu seu apoio.

"Me sinto honrada e radiante por representar não apenas os milhares de americanos que tiveram suas vidas afetadas negativamente pela Doma, mas aqueles cujas esperanças e sonhos foram restringidos pela mesma lei discriminatória", disse à imprensa ao comemorar a decisão.
A partir da BBC. Leia no original

14 de jul de 2013

PARA VIVER UMA HISTÓRIA DE AMOR

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“Eu perdi o meu coração no dia em que nasci. Gosto de dizer que dei a ela, mas eu não tive escolha…” E lá vamos nós acompanhar o que parece ser mais uma simples história de amor. Começa na maternidade a história do garoto que se apaixonou pela garota. Os anos passam, os dois ficam juntos, mas a vida se encarrega de separá-los. Mas é uma história de amor, lembra? Não, não é. A Story of Hearts é, na verdade, um comercial criado e executado pela Contexta AG para alertar sobre as doenças do coração, em nome da Swiss Heart Foundation.

E que melhor forma de mostrar a fragilidade do coração do que a principal razão que faz ele bater mais forte ou se quebrar em pedaços? Em resumo, a ideia é mostrar que, para se viver uma história de amor, antes de mais nada é preciso cuidar do coração. E isso é feito com uma narrativa sensível e envolvente, daquelas que faz você refletir a respeito. Nada mal para um comercial.


13 de jul de 2013

EU E VOCÊ

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Que a lua te guie quando a noite for escura
Que deus te proteja quando te fizerem sofrer
Que o sol aqueça sua beleza mais pura
E que eu tenha sempre a palavra certa pra você
Por alguns minutos o céu foi meu espelho do passado
Aprendi, Enxerguei, Refleti e vi que tudo estava errado

Eu e você
Fiquei assim de um jeito tão apaixonado
Louco alucinado sem o seu amor
Preciso de algum jeito achar uma saída,
Sem você nada vida nada tem valor
E eu assim de um jeito tão apaixonado,
Louco alucinado por um beijo seu
Preciso de algum jeito achar uma saída,
Tudo em minha vida é só você e eu.
Eu e Você (Davi Luiz e Wesley)

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